Drácula

Bram Stoker (1847 – 1912)

Bram Stoker

Bram Stoker, supostamente, serviu-se de um personagem real para construir seu protagonista, Conde Drácula: Vlad Tepes (Vlad, o Impalador, em romeno), o impiedoso príncipe da Valáquia, hoje Roménia, que tinha o hábito de perfurar os prisioneiros de guerra com lanças.

Bram Stoker escreveu, também, uma grande parte da narrativa através de bilhetes e de telegramas trocados entre os diversos personagens, bem como de atualizações de diários e de memorandos.

Notícias de jornais, registos navais e outros escritos são inseridos ao longo do texto de “Drácula”.

Vlad Tepes

O cuidado de Bram Stoker na criação de cenários sinistros e o tom desgostoso com que ele relata a história realçam o efeito do terror, provocando aos leitores uma tensão que permanece sempre presente ao longo da narrativa.

Bram Stoker socorreu-se vincadamente da tradição gótica na literatura.

Drácula – adaptação de Francis Ford Coppola

Assistimos a esse predomínio no início do romance quando Jonathan Harker, advogado de uma companhia imobiliária, viaja até a propriedade do Conde Drácula na Transilvânia, e onde a descrição é verdadeiramente gótica.

A atmosfera noturna, os povoados ermos nos quais o jovem passa, a brisa de sobrenatural que paira por todos os lados e, claro, o intimidante castelo do Conde Drácula não deixam dúvidas quanto a isso.

E são vários os outros indícios do gótico encontrados em várias passagens.

Drácula de Bram Stoker

Adaptada às mais diversas formas e nos mais diversos formatos, “Drácula” não dá sinais de perder a sua pujança.

Mas melhor que qualquer tentativa de descrever esta obra, porque não lê-la?

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